Glorian

Glorian Gestão Tributária
Gestão tributária integrada orientada a processos, dados, crédito e decisão.

Um modelo operacional estruturado para o novo ambiente tributário brasileiro, que conecta arquitetura integrada, BPM, automação tributária e governança de dados em um fluxo contínuo.

A plataforma suporta crédito condicionado, gestão de fornecedores, SPED, Reforma Tributária e controle executivo, garantindo uma transição segura e maior previsibilidade na operação.

3
Núcleos Críticos
Processo, crédito e governança operacional.
360°
Visão Integrada
Backoffice, fornecedor, dados, risco e caixa.
SPED, CBS/IBS e integração Glorian × RFB
A Reforma Tributária desloca o ambiente para uma esteira digital com documentos fiscais mais estruturados, cálculo destacado de CBS e IBS, obrigações acessórias novas e integração técnica mais intensa com Receita Federal e Comitê Gestor do IBS.
01
Origem e Preparação
O processo começa no ERP e nos módulos operacionais com eventos, documentos fiscais eletrônicos, cadastros, contratos e bases de cálculo. A primeira necessidade é consolidar qualidade documental antes da transmissão.
02
Orquestração Glorian
A Glorian recebe dados, aplica pré-validação, consistência, cálculo de CBS/IBS, regras de negócio, trilha de auditoria e prepara pacotes para integração por API com os serviços oficiais.
03
Retorno e decisão
Protocolos, validações, rejeições e eventos de apuração retornam à Glorian, alimentando BPM, reconciliação, Data Lake fiscal e Tax Control Tower para ação executiva rápida.
LEITURA EXECUTIVA DO PROCESSO-ALVO
O fluxo não termina na transmissão. O ponto mais crítico passa a ser o retorno processável e sua absorção operacional. Por isso, a integração Glorian × RFB / CGIBS precisa ser vista como um circuito fechado:
1.

Origem

2.

Validação

3.

API

4.

Retorno

5.

Reconciliação

6.

Decisão

ARQUITETURA ALVO GLORIAN × RFB / CGIBS POR API
Automação tributária
Automação completa da apuração e conciliação, com processamento contínuo e redução significativa de intervenção manual.

Apuração contínua

Substitui janelas concentradas por fluxo quase contínuo de leitura, validação e processamento.

Conciliação

Conciliação por algoritmo especializado.

Motor multi-CNPJ

Permite operar diferentes empresas em uma mesma arquitetura de regras e monitoramento.
Resumo executivo sobre automação tributária
A automação tributária consolida regras, execução contínua, conciliação e monitoramento em uma mesma lógica operacional. O objetivo é reduzir dependência manual, elevar consistência multi-CNPJ e criar uma base escalável para decisões mais rápidas, maior previsibilidade e evolução progressiva do nível de maturidade tributária.
Arquitetura integrada
Modelo baseado em arquitetura orientada a eventos, com orquestração BPM e centralização de dados, permitindo automação end-to-end e visão executiva consolidada.
CAMADAS DO MODELO
CAMADA
FUNÇÃO
Integração
Eventos fiscais e ingestão de dados.
BPM
Controle e padronização.
Motor
Cálculo tributário.
Dados
Base única fiscal.
LEITURA EXECUTIVA
A arquitetura organiza a operação como fluxo contínuo. O objetivo não é apenas calcular tributo, mas conectar evento de negócio, controle processual, registro, monitoramento e decisão.
  • Menor fragmentação entre áreas fiscal, financeira e operacional;
  • Maior rastreabilidade da transação do evento ao KPI;
  • Base preparada para evolução futura em componentes React.
ARQUITETURA INTEGRADA EM FLUXO CONTÍNUO
A operação evolui, de eventos de origem até a decisão executiva, com governança e rastreabilidade.
1.

Eventos

2.

BPM

3.

Motor Tributário

4.

ERP

5.

Data Lake

6.

Control Tower

7.

Financeiro

Processo BPM
Padronização do processo de entrada fiscal garantindo consistência multi-CNPJ, rastreabilidade e redução de erros operacionais.
CONTROLES POR ETAPA
ETAPA
CONTROLE
RISCO
Entrada
Validação XML
Documento inválido.
Fiscal
Regras tributárias
Erro de cálculo.
Fornecedor
Score mínimo
Crédito bloqueado.
LEITURA OPERACIONAL
O processo BPM funciona como camada de controle, evidência e alinhamento entre tecnologia, fiscal e backoffice tributário.
BPM COMO TRILHA DISCIPLINADA DE EXECUÇÃO
Cada etapa adiciona controle, evidência e qualidade antes da próxima decisão operacional.
1.

Recebimento

2.

Validação

3.

Classificação

4.

Aprovação

5.

Escrituração

Resumo executivo
O BPM organiza gates claros de controle, reduzindo execução informal e criando uma linguagem única para backoffice, operação e governança.
Resultado esperado
Menos variação por unidade de negócio, maior disciplina no registro e melhor qualidade para automação.
Tabelas evolutivas
Leitura prática da transição do modelo atual para o modelo futuro, com responsabilidades operacionais e lógica evolutiva do crédito tributário.
TABELA EVOLUTIVA DOS TRIBUTOS (AS-IS → TO-BE)
DIMENSÃO
MODELO ATUAL
REFORMA TRIBUTÁRIA
Tributos
PIS, COFINS, ICMS, ISS
CBS + IBS
Apuração
Separada por ente
Unificada
Crédito
Escritural
Condicionado ao pagamento
Risco
Interno
Compartilhado entre empresa, fornecedor e fisco
Base de cálculo
Complexa e fragmentada
Não cumulativa com lógica mais integrada
Controle
Declaratório
Transacional
Fiscalização
Posterior
Quase em tempo real
TABELA OPERACIONAL COM RESPONSABILIDADES
ETAPA
BACKOFFICE EXECUTIVO
BACKOFFICE GERENCIAL
BACKOFFICE OPERACIONAL
FORNECEDOR
RECEITA FEDERAL / COMITÊ GESTOR IBS
Cadastro fornecedor
Define política
Valida risco
Executa cadastro
Fornece dados
Base de validação
Emissão NF
Emite corretamente
Recebe evento
Pré-validação fiscal
Define regra
Monitora aderência
Executa validação
Suporta ajuste
Disponibiliza regra e cruzamento
Recebimento físico
Define SLA
Controla
Executa
Entrega
Escrituração
Define padrão
Supervisiona
Registra documento
Recebe obrigações e eventos
Apuração
Define estratégia
Consolida resultado
Executa rotinas
Valida e cruza informações
Pagamento
Define fluxo de caixa
Autoriza execução
Processa pagamento
Recebe valor
Confirma liquidação do tributo
Liberação do crédito
Define política
Monitora KPI
Controla status
Impacta elegibilidade
Libera ou confirma crédito
Conciliação
Define modelo
Analisa desvios
Executa conciliação
Suporta correções
Fonte de verdade regulatória
Auditoria
Direciona governança
Avalia aderência
Suporta evidências
Atende exigências documentais
Fiscaliza
NOVA LÓGICA DE CRÉDITO TRIBUTÁRIO

No novo modelo, o crédito deixa de ser apenas escritural e passa a ser tratado como ativo financeiro condicionado por evento, pagamento e validação transacional.

STATUS DO CRÉDITO
CONDIÇÃO
IMPACTO OPERACIONAL E FINANCEIRO
Potencial
Documento fiscal recebido.
Sem efeito financeiro imediato.
Elegível
Escrituração validada.
Crédito identificado, ainda não utilizável.
Condicionado
Aguardando pagamento / liquidação
Risco tributário e pressão sobre caixa.
Liberado
Pagamento confirmado e regra atendida.
Ativo tributário com reflexo em capital de giro.
Utilizado
Compensação realizada.
Redução efetiva de desembolso tributário.
TRANSIÇÃO TRIBUTÁRIA DO MODELO ATUAL AO FUTURO

Mudança de tributos fragmentados para lógica unificada, com crédito condicionado e fiscalização transacional.

1.

Modelo atual

PIS • COFINS • ICMS • ISS • crédito escritural • controle declaratório

2.

Reforma tributária

CBS + IBS • apuração unificada • crédito condicionado • controle transacional

3.

Impacto operacional

Fornecedor, pagamento e fisco passam a influenciar diretamente o crédito

Equipe de backoffice tributário
Estrutura organizacional orientada a processos, com separação clara entre estratégia, controle e execução, suportada por automação e dados.
ESTRUTURA DE BACKOFFICE POR CAMADAS
1.

Executivo

Estratégia e risco

2.

Gerencial

Controle e KPIs

3.

Operacional

Execução e validação

4.

Tecnológico

Automação e dados

Transição (Dual Run)
Execução paralela entre modelo atual e futuro garantindo controle de risco, validação de resultados e migração segura.
Objetivo do dual run
Reduzir risco de ruptura durante a mudança de modelo, comparando resultados, ajustando regra e estabilizando a operação antes da virada definitiva.
Aplicação em projeto
Em uma evolução React, esta etapa pode receber checkpoints por sprint, indicadores de readiness e dashboards comparativos consumidos de APIs ou datasets internos.
Execução paralela, validação comparativa, ajuste de regra e entrada segura em operação.
DUAL RUN COMO TRILHA DE ESTABILIZAÇÃO